Para quem não leu a Parte I ( Cristais - Os Poderes das Pedras ).
Uma espantosa variedade de pedras nos aguarda para ser usada em magia. Existem em formas infinitas, com aparência cristalina e até coloridas. Seus usos em magia são incrivelmente variados. Como mencionei , as pedras são depósitos de energia e nós as utilizamos na magia para efetuar transformações. Existem dois tipos básicos de energias dentro das pedras e eles contêm todas as várias vibrações delas: as que atraem o amor, repelem a negatividade e assim por diante. São as energias emissoras e receptoras. São manifestações das formas mais puras de energias universais que criaram tudo o que existe. Possuem vários símbolos. Na religião, são conhecidas como Deus e Deusa. Em astronomia, o Sol e a Lua. Nos seres humanos, masculino e feminino.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Cristais - As Energias das Pedras ( Emissoras e Receptoras ) - Parte II
sábado, 25 de janeiro de 2014
Cristais - Os Poderes das Pedras - Parte I
Este tópico contará com vários textos sobre cristais, desde como agem, como são vistos, até como fazermos encantamentos e adivinhações através deles. Esta é a parte I, aguardem as próximas.
Uma mulher está em seu jardim sob o luar. O vento ergue-lhe a mantilha e a luz prateada a envolve. Nas mãos levantadas para o alto ela tem um cristal de seis faces. Ela observa a pedra brilhante, sentindo suas vibrações esquisitas e perturbadoras. Conforme a brisa se vai, tudo silencia no círculo de velhos pinheiros que rodeia a figura. A lua parece brilhar mais forte e a mulher sente sua luz reconfortante irradiando-se do céu para a terra.
A pedra se acalma, as vibrações estranhas diminuem por instantes para se intensificarem em seguida, concentrando-se numa pulsação regular de energia. Quando a mulher ergue mais o cristal, o poder invade-lhe os braços, fluindo através de seu corpo numa série de descargas agradáveis de energia. Ela se sente vibrante e poderosa. Depois de muito tempo, a figura abaixa a pedra e, impulsivamente, toca a fronte com ela.
O trabalho está feito. O cristal está purificado e pronto para a magia. As pedras podem estar enterradas profundamente no solo ou expostas à luz do sol e das estrelas. São embaçadas ou brilhantes, compactas ou ásperas. São comuns as azuis, verdes, vermelhas e outras cores que nenhum arco-íris se atreve a mostrar. Ágatas abundantes e esmeraldas caríssimas. Turmalinas tricolores transparentes e mármore opaco. Sugilita violeta e cristal de quartzo transparente. As pedras são dádivas da Terra. São manifestações das forças universais - da "divindade", da "deusa", do "Deus", do "destino" que criaram tudo o que existe, tudo o que existiu e tudo o que potencialmente pode existir.
Uma mulher está em seu jardim sob o luar. O vento ergue-lhe a mantilha e a luz prateada a envolve. Nas mãos levantadas para o alto ela tem um cristal de seis faces. Ela observa a pedra brilhante, sentindo suas vibrações esquisitas e perturbadoras. Conforme a brisa se vai, tudo silencia no círculo de velhos pinheiros que rodeia a figura. A lua parece brilhar mais forte e a mulher sente sua luz reconfortante irradiando-se do céu para a terra.
A pedra se acalma, as vibrações estranhas diminuem por instantes para se intensificarem em seguida, concentrando-se numa pulsação regular de energia. Quando a mulher ergue mais o cristal, o poder invade-lhe os braços, fluindo através de seu corpo numa série de descargas agradáveis de energia. Ela se sente vibrante e poderosa. Depois de muito tempo, a figura abaixa a pedra e, impulsivamente, toca a fronte com ela. O trabalho está feito. O cristal está purificado e pronto para a magia. As pedras podem estar enterradas profundamente no solo ou expostas à luz do sol e das estrelas. São embaçadas ou brilhantes, compactas ou ásperas. São comuns as azuis, verdes, vermelhas e outras cores que nenhum arco-íris se atreve a mostrar. Ágatas abundantes e esmeraldas caríssimas. Turmalinas tricolores transparentes e mármore opaco. Sugilita violeta e cristal de quartzo transparente. As pedras são dádivas da Terra. São manifestações das forças universais - da "divindade", da "deusa", do "Deus", do "destino" que criaram tudo o que existe, tudo o que existiu e tudo o que potencialmente pode existir.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Técnicas Básicas na Magia
Texto extraído da obra " Um Manual Prático de Magia " ( este texto também conta com o ritual menor do pentagrama ou RMP, porém eu preferi fazer uma postagem individual para o mesmo posteriormente). UPDATE : Para ler o texto descrevendo o Ritual menor do pentagrama clique AQUI
Foi dito, no início do Livro Zero, que Magia é arte de causar mudanças na consciência de acordo com a Vontade. Foram apresentados alguns exercícios que, se não surtiram efeito ainda, então serão facilitados pelas técnicas que serão dadas a seguir, porque vamos começar a causar mudanças na consciência.
Vamos começar a seguir técnicas que, apesar da simplicidade, são a base dos efeitos mágicos. Relaxamento, concentração e respiração.
Relaxamento
Vivemos uma vida tão corrida que raramente paramos para dar um tempo para nossos corpos. Um corpo endurecido e doloroso pode ser um empecilho para concentração, então o melhor a fazer é relaxar.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Introdução à Magia Do Caos - A Quebra de Paradigmas
Seja bem-vindo às marés do Caos, onde todo homem é Shiva e toda mulher é Kali.

Algumas peças de um quebra-cabeça fractal
Pode-se dizer que o precursor da Magia do Caos foi o artista plástico inglês Austin Osman Spare (1886-1956). Criador de um sistema mágico extremamente pessoal, denominado Zos Kia, Spare foi tão inovador que chegou a ser evitado até mesmo pelo bicho-papão Aleister Crowley, que o acusava de ser um mago negro.
Expor as minúcias do sistema de Spare demandaria muito espaço e fugiria do objetivo deste artigo. O importante aqui é lembrar que Spare foi o primeiro a romper completamente com a tradição dos sistemas mágicos, ao criar um método eficaz usando como única matéria-prima seus próprios insights. Com seus Sigilos, Atavismos,
Posturas de Morte e Alfabetos do Desejo, Spare deixou claro que qualquer um pode criar um sistema mágico que funcione. Não é necessário que ele seja útil ou compreensível para os outros; se isso acontecer, o mérito não é do sistema, mas do magista que obtém o sucesso. Sua brilhante obra artística, indissociável de seu trabalho mágico, mostrou a todos que a Arte é um dos mais eficazes instrumentos do Adepto. O legado de Austin Osman Spare permaneceu obscurecido até os anos setenta, quando veio à tona a primeira de suas crias: a IOT (Illuminates of Tanatheros).
Surgida na Inglaterra, a IOT foi o primeiro grupo a utilizar o termo "Magia do Caos" para suas atividades. Os principais responsáveis por seu surgimento foram
sábado, 18 de janeiro de 2014
Raul Seixas, Paulo Coelho e a Sociedade Alternativa
O início dos anos setenta é guardado com imenso carinho por aqueles que os viveram intensamente, formando a romântica juventude daquele tumultuado período.
O eternamente pouco populoso meio thelêmico não escaparia (felizmente) do romantismo que tomara conta da assim chamada geração para frente Brasil. Entre tantos que estiveram em contato inicial com o assim chamado Sistema thelêmico de realização espiritual, dois nomes despontam, bem mais pelo futuro que o destino lhes reservaria, do que pelo conhecimento, propriamente dito, da matéria elaborada por Aleister Crowley(1875-1947): os nomes são, Raul Seixas e Paulo Coelho.
Raul Seixas conheceu Paulo Coelho em 1973, através de um artigo publicado na revista “A Pomba”, do próprio Paulo Coelho. A partir deste momento, nascia a tão famosa parceria musical que viria a projetar os dois no cenário nacional.
Paulo Coelho, então em contato com Marcelo Ramos Motta (1931-1987), tomava suas primeiras instruções sobre Crowley e a Lei de Thelema. O fascínio pela filosofia desenvolvida pelo controvertido mago Inglês, não tardou a contagiar o promissor jovem escritor que, logo em seguida, a apresentaria a Raul Seixas. A vida e a obra dos dois foram fortemente marcadas por este período.
O eternamente pouco populoso meio thelêmico não escaparia (felizmente) do romantismo que tomara conta da assim chamada geração para frente Brasil. Entre tantos que estiveram em contato inicial com o assim chamado Sistema thelêmico de realização espiritual, dois nomes despontam, bem mais pelo futuro que o destino lhes reservaria, do que pelo conhecimento, propriamente dito, da matéria elaborada por Aleister Crowley(1875-1947): os nomes são, Raul Seixas e Paulo Coelho.Raul Seixas conheceu Paulo Coelho em 1973, através de um artigo publicado na revista “A Pomba”, do próprio Paulo Coelho. A partir deste momento, nascia a tão famosa parceria musical que viria a projetar os dois no cenário nacional.
Paulo Coelho, então em contato com Marcelo Ramos Motta (1931-1987), tomava suas primeiras instruções sobre Crowley e a Lei de Thelema. O fascínio pela filosofia desenvolvida pelo controvertido mago Inglês, não tardou a contagiar o promissor jovem escritor que, logo em seguida, a apresentaria a Raul Seixas. A vida e a obra dos dois foram fortemente marcadas por este período.
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